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segunda-feira, abril 10, 2017

A necessidade de um último adeus! É pra dar saudade ... A vida tem dessas mesmo.

LEIA OUVINDO OS PARALAMAS DO SUCESSO - AONDE QUER QUE EU VÁ 


A vida tem dessas às vezes... Já sentiu como se todos os seus sonhos estivessem em uma pessoa e por um acaso, ou ironia do mundo, você precisa dizer adeus com a mais pura consciência ? A distância é mesmo de deixar muitos caquinhos por aí... Cacos que talvez, jamais serão reconstruídos.

Você com certeza já disse um adeus desse. Seja pra um parente, seja pra um amigo ou seja pra um grande amor da sua vida. A vida às vezes da umas reviravoltas e te mostra quem sempre esteve do seu lado e numa dessas você se apaixona secretamente (pelo menos na sua doce e ingênua cabeça) e outras vezes você tem que abrir mão dessa pessoa, porque a vida te atrapalha a ficar com ela, ou como vocês preferirem, posso citar aquele clichê bizarro de quem não consegue o que quer: "não era pra ser."

A verdade é que nunca sabemos quando é pra saber, a certeza que temos é que quem quer vai dar um jeito e é numa dessas que você finalmente acerta. A vida tem dessas mesmo... Te faz criar expectativas como se não houvesse amanhã, mas quando o despertador toca as 06:15... É houve um amanhã e um amanhã em que você aprendeu vivendo que a saudade machuca, porque fora mais um mês sem seu "oi, bom dia" na tela do celular e numa dessas, o encanto se quebra.

É preciso lidar com idas e vindas. A vida tem dessas mesmo... Às vezes você perde alguém que mexe com você e às vezes ganha outra. Numa dessas, você acha morada em um lugar e quando chega a hora de dar o famoso adeus, as palavras nunca saem por inteiro. Talvez, se você nunca sentiu o famoso nó na garganta, precise perder alguém pra sentir isso, ou talvez, o fato de saber que a partir daquele horário o ônibus que partiu levou alguém que não volta mais. 

É preciso saber dizer adeus... Dizer adeus e continuar forte, porque mais uma vez, a vida tem dessas às vezes, mas com o tempo seu coração costuma dizer adeus.

quarta-feira, janeiro 27, 2016

Uma das 365 cartas

Foi em um dado momento de final de janeiro quando eu me esbarrei com você na rua. Tarde de verão, exatos quatro dias para o fim do mês. Temperatura térmica? 30º C, mas quando te vi senti pelo menos uns 50ºC. O sangue começou a circular rápido e eu pude sentir um certo embrulho no estômago. Eu tava saindo do teatro em direção a barraquinha de churros quando uma voz conhecida me fez parar no meio do caminho. Você nem gostava de teatro. Não acredito que assistira justo ao Holoclownsto para dizer que foi pura coincidência do destino. Você sabia que essa era minha peça favorita, por ter sido ela que me fez apaixonar por teatro, e todas as vezes em que algum grupo a trazia pra cidade eu à assistia.

Sabe... Outro dia chegou um CD na portaria, dizendo que era de um anônimo, com as minhas faixas favoritas de Red Hot Chili Peppers, eu amo essa banda e você sabia. Sabia que o CD era seu e tive vontade de ir agradecer, mas lembrei do bilhete anônimo e resolvi arriscar entrar no seu jogo. Passei direto por você, que fingiu me ignorar e sorrir ao lado de outra garota. Cheguei até o churros, atravessei de volta e continuei meu caminho.

A peça havia acabado, mas a verdade a peça que acabou não foi a do teatro. O nosso jogo já havia acabado. Não havia como apertar reset e continuar. Eu não sinto muito porque eu fiz de tudo pra esse relacionamento da certo. O fato de eu querer voltar atrás com certeza não foi o suficiente pra fazer as coisas darem certo.

Mas sabe, eu acredito na força do pensamento e no destino. Acredito também que você nunca vai achar alguém que amou você tanto quanto eu. A cada dia que se passar sua consciência vai sentir falta dos meus "bons dias" e aí sim, eu sinto muito. Sinto muito porque não foi falta de aviso. Eu sabia que isso aconteceria se não tomássemos uma rápida providência.  Relacionamento vai-e-vem acabam dessa forma. E acredite não foi isso que eu sonhei pra gente.




Com amor, 
eu! 

domingo, dezembro 13, 2015

Escrevi, mas não mandei

Era dezembro. Verão no estilo Rio 40º C. Mas, não era Rio. Era Minas. Havia um parque, um relógio central de cidade pequena divulgando a Coca Cola. Cabelo solto, pensamento ao longe os ventos a leste. Eu não sabia como ou porque, mas eu tinha me encaixado em um lugar. Num lugar que era pra chamar de meu. Não precisava ser completada porque estava completa. E não havia ninguém que poderia fazer com que eu me sentisse mais radiante possível.

12 badaladas. O tempo exato no tal relógio central, marcando que eu passei mais um dia sem você. Confesso que passei por aquele processo de adaptação. Como numa clínica pra desapego, mas aos poucos eu fui percebendo que nada era como naqueles dramas de "minha-vida-não-faz-sentido-sem-você". Na verdade agora tudo faz; Consigo ver claramente o quão ciumento e possessivo você era. Mas também sei que se o ciúme acabar o amor também acaba.

Hoje você curtiu minha foto. Confesso que apesar de estar muito bem, eu sinto sua falta. Uma falta que eu não sei se você completará mais. Falta do que éramos e do que tínhamos.  O risco de ter ficado com você por ficar valeu a pena quando eu vi que não eram só ficadas. Era uma guerra fria. Eu tinha vontade de matar você, mas quando você se foi, eu senti... Eu senti tanto que dói até hoje.

Havia magia. Uma magia diferente que não se sabe se é destino ou coisa de outra vida. Você chegou pra colorir meu caminho preto e branco que estava sem rumo e me ajudou a chegar rente ao mar e não afundar. Foi como a chuva na seca do sertão. Eu não sei se fiz tão bem pra você assim. Mas acabou.

Entre um sorriso maroto e outro eu sei que valeu a pena ter tido amores passados pra te encontrar.  Como a tampa e a panela ou a cama e o colchão se completa, eu completei você e você me completou. Ser feliz por completo é ser feliz sozinho. Felicidade em conjunto é passageira. E se foi. Se esvaiu como poeira no mar. A verdade é que términos de namoros não são tão ruins. Términos fazem com que nos tornamos fortes e vejamos o que falta em nós. Términos, trás amor-próprio e fé. Fé de que em algum momento o resto vai se encaixar e eu ainda vou te reencontrar, seja em qualquer lugar.